quarta-feira, 7 de julho de 2010

Sessenta e oito

Foi com bastante desilusão que vi hoje a frieza da Alemanha não comparecer no campo de futebol. Foi a derrota que até agora mais me pesou, mesmo sendo português. O que para alguns poderá ser um futebol organizado (o que foi de facto) da armada espanhola, para mim foi um autêntico anti-jogo, que bloqueou a magia alemã. Como é lógico foi bem jogado da parte espanhola, mas para quem gosta de um futebol animado, com ritmo e arte, foi péssimo...Fico assim à espera que a Holanda, a laranja mecânica, derrube uma Espanha, que na minha opinião, e de alguns peritos, é uma equipa muito aquém, sem magia, cansada e sem grande imaginação e velocidade...Mas pronto, venha de lá essa final, que eu no domingo vou-me vestir todo de cor de laranja.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Sessenta e sete

Na minha introdução ao pseudo-esboço-de-livro que fiz há seis anos, ao qual chamei A Outra Face, escrevi algo do género:
"O resto são histórias...Abram os olhos...Abram a mente.
A outra face. O remédio alternativo ao imbecil que há em mim."
Agora as Narrativas de um monstro - a outra face ficará parada. Dizem que à terceira é de vez. Espero que sim...Duas propostas já estão a marinar...Agora é esperar.
Mas isto começou tudo porque descobri a minha medicina alternativa...À falta de melhor cura, de medicina tradicional, tive de me amanhar da minha maneira contra a sombra. E vai safando...Fechar a porta do quarto, abrir a janela toda para trás...E colocar a música Disposition. A música toca mais ou menos 93 vezes por noite, sempre uma a seguir à outra. E pronto...Faz-se o que se pode.

domingo, 4 de julho de 2010

Sessenta e seis

Antigamente criticava o karaoke...eu faço isto muitas vezes na vida. Sobre isso ainda não aprendi. Costumo criticar coisas que depois acabo por gostar. E perguntava-me: porque fazem as pessoas aquelas "figuras"? Acabei por vir a descobrir. Estava em Ferreira do Alentejo. O café não tinha muita gente...Puxaram por mim. Não seria a primeira vez...Na Senhora da Guia, pequena praça com uma Igreja na Sapateira (aldeia que pertence à vila Castanheira de Pêra), eu mais o meu irmão e dois amigos, um da Amadora e outro da própria aldeia cantámos a música "Não sei viver sem ti" dos Excesso, uma banda que estava na mó de cima naquela altura. Foi uma experiência nova e até foi divertido. Mas ali, numa pacata vila do Alentejo, pediam-me para cantar uma música muito boa dos Xutos e Pontapés...Daquelas que dá mesmo para puxar pela energia de um fã. E lá fui eu para o palco cantar a música Contentores...Quem ouviu disse que cantei mais que bem, e que parecia mesmo uma cópia das versões ao vivo, sentida. Na altura cantei a pedir um pouco de fé...

Hoje o que peço é para mim próprio: um pouco de fé.

Sessenta e cinco

Hoje fiz-la bonita...como se diz nessa gíria. Não bastava ter tido das piores noites destas sombras ainda dormi durante a tarde...Resta saber, fazer já planos, para a noite fantástica que se avizinha. Estou totalmente tramado. E neste caso arrisco dizer: condenado. Estou a atingir proporções 'negativas' que nunca apareceram antes...insónias destas nunca...e antigamente usava-as para me divertir, fosse no que fosse...agora, enquanto estou na cama a pedir, a implorar para que o sono venha de uma vez por todas...é apenas tortura.

Sinto-me como se a alma me tivesse caído a uma latrina! Preciso um banho por dentro!

E é disto que preciso, como tu, meu querido Ega...

sábado, 3 de julho de 2010

Sessenta e quatro

Estou na cama há duas horas e pouco...são três da manhã...



Quando voltarei a encontrar o equilíbrio?

...
Vou tentar outra vez.

Sessenta e três

A única coisa boa em rapar o cabelo à máquina dois (penso que é a segunda vez na minha vida) é ficar com um aspecto mais aproximado da minha verdadeira idade, que conta com vinte e três primaveras. Honestamente gosto de ter o cabelo rapado ao máximo como também gosto de o ter maior. A maioria das pessoas prefere ver-me com o cabelo curto. Seja como for soube-me bem cortar-lo. E pronto.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Sessenta e dois

Morfeu visitou-me durante o sono...e durante esse período de tempo: senti-me completamente bem, alegre, de alma saudável. Quase revitalizado.


Mas o problema de quem sonha continua a ser o mesmo desde o inicio do universo: acordar. E esta frase resume bem a pessoa em que me estou a tornar.