(a lembrar o Catorze ou Quatorze : um banco de jardim no centro de uma selva no ceio de uma cidade, um cartão assinado com a data para lembrança...um beijo. Um começo.)
Cinquenta minutos a falar comigo mesmo. Uma experiência quase extraordinária. De que serviu? Para alcançar almas. Para me alcançar a mim mesmo, ou no pior dos casos, distanciar-me. Espero que não. A realidade é que tento já não esperar nada, porque mesmo que algo apareça, então será uma surpresa. E eu não fujo ao ser humano convencional : adoro ser surpreendido. Acabei por ter uns minutos agradáveis...existem coisas fantásticas. Continuar a sonhar é uma delas...Desistir de um sonho, é outra. O monstro está adormecido...mas não por muito mais tempo.
Foi uma terça feira como outra qualquer, apenas mais iluminada. Mas longe da sua máxima iluminação.
vida pós morte da máquina que viveu sofrida
Há 10 anos

1 comentário:
Lindo, perfeito, iluminado. Grande, colossal. Simples mas verdadeiro, poético e inspirador. Devem ter sido uns 50 minutos surreais, e no entanto, espantosos...
«De que serviu? Para alcançar almas. Para me alcançar a mim mesmo, ou no pior dos casos, distanciar-me» Spirtal Out
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